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No último dia 12 de abril, o IBP realizou o primeiro Fórum Técnico de 2018, voltado para o tema de Análise de Falhas. O evento teve apoio da Comissão de Inspeção de Equipamentos do IBP e da Comissão de Análise de Falhas da Abendi, dando sequência ao acordo de cooperação assinado durante a Rio Pipeline 2017, com o objetivo de fomentar iniciativas de interesses mútuos e a realização de atividades colaborativas.

O fórum, que ocorreu na sede do IBP, no Rio de Janeiro, contou com 150 especialistas e representantes de entidades ligadas ao setor industrial, e ainda foi acompanhado por mais 115 pessoas em transmissão ao vivo pelas redes sociais do instituto, uma novidade para a comunidade de Inspeção de Equipamentos.

Programação

 

Ao longo da programação, nomes atuantes da área compartilharam casos relacionados à análise de falhas em equipamentos industriais, com o intuito de ampliar o conhecimento local disponível e fomentar um debate que contribuísse para o aprimoramento de metodologias atuais.

Ao final, uma mesa-redonda reuniu o Gerente de Certificação do IBP, Roberto Odilon Horta, os moderadores – Marcelo Pereira, Coordenador da Comissão Técnica de Análise de Falhas, e Heloisa Cunha Furtado, Vice-Coordenadora da Comissão de Inspeção de Equipamentos – e os palestrantes – Tito Silveira (TSEC), Carlos Bruno Eckstein (Petrobras), Davi Carvalho Moreira (Eletronorte), Annelise Zeemann (TecMetal), Hugo Almeida (TechnipFMC) e Maurício Noronha (Petrobras) – para um bate-papo e perguntas da plateia.

“Uma das dificuldades quando coordenamos comissões, é dar direcionamento adequado. Podíamos tirar daqui diretrizes para as nossas comissões, nortes de trabalho”, comentou o Marcelo Pereira, da Abendi. “Saímos deste encontro com dever de casa. Cabe agora a gente dar continuidade às demandas do mercado, porque, de certa forma, elas validam nossa atividade”.

Em suas conclusões, Odilon Horta chamou atenção para o prosseguimento das discussões em outras instâncias. “O debate não termina aqui. Ele começa aqui. Todos os nossos fóruns sempre geraram algum tipo de ação posterior, seja em nível governamental, das indústrias, comissões e associações”, concluiu.