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A Bacia de Santos

A exploração da Bacia de Santos teve início em 1979, com a descoberta de reservas principalmente de gás natural no Campo de Merluza pela Pecten, uma das empresas que atuava na área, na época, em regime de contrato de exploração com cláusula de risco. Outras jazidas em reservatórios da seqüência pós salífera, de pequeno porte, estão em produção na bacia (Coral, Estrela do Mar, Tubarão, etc.). Nos últimos anos, porém, a Bacia de Santos passou a ser alvo de investimentos mais significativos em trabalhos de exploração e produção.

Como resultado destes trabalhos foram descobertos campos de óleo pesado e gás natural em reservatórios pós-salíferos.

A expectativa da Petrobras é a de que a Bacia de Santos deva proporcionar, somente em gás natural, uma produção diária de 15 milhões de metros cúbicos/dia somente no Campo de Mexilhão - o correspondente a 50% da capacidade de importação do Gasbol, o gasoduto que viabiliza a importação de gás natural boliviano.

A partir de 2006 foram anunciadas várias descobertas em reservatórios Pré-Sal. Além do anúncio da presença de grandes reservas no Campo de Tupi também foram anunciadas as descobertas de óleo leve nos Campos de Parati, Carioca, Caramba, Jupiter, Guará, Bem-te-Vi e Iara.

Quem são os detentores de blocos no Pré-Sal da Bacia de Santos
  
Onze blocos exploratórios nessa bacia em cerca de 25% da área de ocorrência das rochas do Pré-Sal em águas profundas já estão concedidas pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a vários consórcios formados pela Petrobras e empresas privadas sob a forma de contratos de concessão. Os blocos são os seguintes:

- BM-S- 8, do consórcio formado por Petrobras (66%), Shell (20%) e Petrogal (14%);
- BM-S-9, do consórcio formado por Petrobras (45%), BG (30%) e Repsol (25%);
- BM-S-10, do consórcio formado por Petrobras (65%), BG (25%) e Partex (10%);
- BM-S- 11, do consórcio formado por Petrobras (65%), BG (25%) e Petrogal (10%);
- BM-S-17, da Petrobras;
- BM-S-21, do consórcio formado por Petrobras (80%) e Petrogal (20%);
- BM-S-22, do consórcio formado por Esso (40%), Amerada (40%) e Petrobras (20%);
- BM-S-24, do consorcio formado por Petrobras (80%) e Petrogal (20%);
- BM-S-42, da Petrobras;
- BM-S-50, do consórcio formado por Petrobras (60%), BG (20%) e Repsol (20%);
- BM-S-52, do consórcio formado por Petrobras (60%) e BG (40%);

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